Carta Celeste

Gramática é a ciência da Linguagem. Linguagem é a expressão da Idéia. Idéia é a manifestação da inteligência. Inteligência é o espírito de Deus no homem. - Henrique José de Souza

Artigo de Cor:  Amarelo e Azul Amarelo e Azul
Tópico: Sala de Estar - Subtópico: Conversando com você

MENSAGENS AOS TRÊS

Publicado em 18/10/2009 13:13 e Atualizado em: 18/10/2009 13:13

“A Unidade está na diversidade
Este é o segredo da comunidade
O perfume de todas as flores
Todas as formas, todas as cores...”

No coração do mundo, no centro de nossa Terra-Mãe, o triângulo que jamais poderia ser deformado, o indeformável, foi deformado pelas ondas obscuras da maldade e da ignorância tão próprias deste plano que todos nós agora estamos vivendo.

A maldade, lembro, não é de vocês três, que são O UM único. Não de nascença, não de coração. Mas ela está aí fazendo (e muito bem) o seu torpe papel de desintegrar o precioso núcleo. E já faz tempo que vem sendo feito este papel. Muitos foram os que se entregaram à tarefa de proteger esse luminoso núcleo, mas as mesma forças que agora lhes servem diretamente o fel que muitos já sorveram, foram capazes de facilmente derrubar todos os seus fiéis defensores de sempre.

Quando defendem a luz, tais guerreiros defendem justamente o que agora faz tanta falta. Defendem a inteligência, a simplicidade, a humildade altiva, a divina rebeldia, a concórdia que cresce serena e segura do solo da diversidade e do respeito, que, por sua vez, se enraíza no coração da realidade como o puro amor.

Não se pode ser fiel à luz e às suas formas, humanas, mentais, astrais, sejam quais forem, se não se for fiel a estes mesmos e eternos valores, que nascem da única coisa que de fato caracteriza a vivência efetivamente espiritual desta mesma luz, a liberdade. É a falta da liberdade, e não o seu pretenso excesso que se traduz inexoravelmente em caos, sombras, dores, tristezas, rancores. Ou seja, em toda esta deformidade cármica, o mesmo fel que todos nós eucaristicamente comungamos há anos no centro do furacão do mundo.

Não se será fiel à luz, justamente, apagando a tocha iluminada que existe empunhada pelas mãos direitas de tantos seres que hoje estão espalhados pelo mundo, preparando o grande dia e perscrutando a proximidade da GRANDE DOR. Esta luz é uma chama que brota do coração, e que só assim, constrói o fundamento da sétupla coroa, de onde nascem e se espalham sementes da esperança de todos na Terra. Sim... não é esse o brasão que paira sobre vós?

Mas não... não se será jamais fiel à luz, apagando-a dentro de si mesmo. Mesmo que seja para se manter fiel, aos olhos dos outros. Não. A fidelidade está dentro de nós, e não fora. Por isso que, num mundo que não compreende a luz, a fidelidade a ela também não é compreendida. Mesmo que ela se expresse de um modo tão absolutamente direto e simples: como já dito, inteligência, altiva simplicidade, respeito...

Se muitos foram enviados a este trabalho de proteger algo – por vezes – de si mesmo, e não sendo compreendidos, foram por estes mesmos que deveriam proteger, vilmente atraiçoados, se muitos tomaram o fel que agora – uma vez mais – é servido à tríplice corôa... isso agora já não mais importa, pois agora tudo isto é apenas passado, e não se volta o relógio inexorável do tempo para trás.

O que importa agora é somente que a falta do fogo inteligente, que faz crepitar aquele calor de família e do doce lar para todos os lados, exatamente a sua ausência, fez a todos esquecer que enquanto alguns da mais excelsa importância sofrem, milhões de anônimos da mais SUPREMA importância morrem.

Não falo de um ou outro “enviado” especial, mas sim da nossa querida e esquecida HUMANIDADE. Ela não é uma abstração genérica, uma idéia, uma imagem a ser lembrada em momentos “sagrados” e “rituais” da mais “transcendente importância”, não: ela é formada de pessoas reais, que têm fome concreta, fome de comida, fome de paz, fome de amor, fome de ESPÍRITO. E ela é a única razão para todos nós estarmos aqui. Sim! E isto simplesmente porque ela é a própria Terra-Mãe, em seu (este sim) SAGRADO MOMENTO “predominantemente MENTAL”.

Ela trouxe o Quarto, o Quinto e o Sexto Senhores, ela trouxe o Eterno e sua corôa de Filhos. A ela e por ela tudo foi feito: quedas e redenções, perdas e resgates de consciência, atrasos e “saques contra o futuro”, tudo, princípio, meio e fim de tudo, somente por ela, a humanidade.

E graças a tudo isto, ela há pouco enfim alcançou sua coerência universal, formando seu próprio buda, sua própria síntese, sua síntese essencial, e esta mesma síntese fez-se carne e habita entre nós. E hoje toma o fel que a todos nós, já faz tempo, é servido todos os dias, todas as noites.

Fel que é um só: querer fazer o certo, mas não ter o certo em mente. O certo da luz é a luz. E a luz ilumina, aquece, traz paz. Quando estamos diante da luz, automaticamente ficamos unidos, nos sentimos seguros pela presença uns dos outros, e o mesmo calor daquele fogo passa então a circular entre nós, com carinho, simplicidade e amor. A união é simples como o fogo. Sempre a mesma, sempre nova, em nenhum momento se repete a si própria, mas em todo o momento se reafirma com a clareza e a espontaneidade de ser a fonte única da vida.

A lição de casa de cada um de nós, ESCOLA-TEATRO-TEMPLO, já de há muito foi esquecida e deixada de lado. A liberdade então deixou o nosso lar. E com ela, foi embora a sinceridade espontânea de sermos irmãos. Logo logo, as sementes malditas (que já estavam lá faz tempo) foram crescendo, e delas, ramificações obscuras foram se irradiando, até que a fria maldade, a ignorante e arbitrária autoridade foi se impondo como algo necessário e fatal. E nisso tudo, vê-se por trás os olhos do medo, do pavor de que as pedras rolem, que o movimento vertiginoso aconteça, e que o controle se perca. Enfim, que o pramantha volte a girar, e de seu indomável movimento, nasça um fogo que transforme TUDO, não deixando sequer uma pedra sobre a outra.

E por trás deste medo, ah... existe mais coisas ainda. Existem os que resistem à Alvorada das raças da Nação Ararat-Moreb, e insistem em dividir para dominar, para arruinar TODO o esforço do PAI.

O Templo foi engolido pela maldade do controle e do padrão. A escola foi obscurecida pela torpeza da vilania do pensar. O Teatro ruiu no fogo vaidoso das falsidades. E muitos já haviam presenciado esta forma disforme que se formava, e tomavam o amargo fel dessa verdade triste, que nem conhecida, nem reconhecida, ELE, quando voltasse, a encontraria.

Mas as muralhas que tudo isto deveriam ter contido foram também destruídas, por ataques que vinham de dentro muito mais do que de fora. Isto porque já de então o movimento do sol era o de precipitar-se em si mesmo, ruindo para dentro, tornando-se obscuro ponto atrator, ao invés do centro irradiador de luz, que um dia – de fato – fora.

Não. Este sol não foi vitorioso. E hoje, esta ausência, este deserto de pessoas próximas, esta solidão desolada e massacrante, é a prova de que mais este sol não foi vitorioso. Não como teria de ter sido. E então, se tivesse sido, ele – O SOL - se encontraria consigo mesmo, nos idos de 2005, quando então já não mais faria sentido nenhum medalhas, ritos, cerimônias, símbolos, e tudo mais que dissesse respeito à Instituição. Claro! Quem tem o Amor vivo e presente, não precisa de símbolos que o representem. O presente não se representa, se apresenta. E o presente seria o avatara, que viria sim, para todos os que o quisessem ver. Assim como, há anos antes, viria Akdorge, viria Akgorge, viriam os Xátrias, viriam as plêiades, viriam os Iokanans, etc, etc... Sim, mas será que todos eles não vieram? É isto exatamente o problema: quem de vocês saberia, vendo qualquer um deles, vendo eles em PLENA AÇÃO DE LEI, quem de vocês saberia responder isso?

Sim... pois os filhos são muitos, são todos e não apenas alguns...

Nesse dia em que o Sol teria já mais de 32 raios, teria já, num prenúncio do futuro, 40 raios espalhando-se pelo planeta, não mais faria qualquer sentido aquela pequena instituição, com seus ritos e cerimônias burocratizados e engessados pela força do mal. Seríamos irmãos, não por força de simples muletas de papel e forma, mas sim por em nós estar vibrante a mesma luz, que por tanto tempo teria sido incompreendida, mas que, emfim neste dia do UM NO TODO E O TODO NO UM teria sido, enfim, PLENAMENTE COMPREENDIDA E VIVIDA COMO PAZ.

Ao mundo então seria a PAZ. E a paz se faria, no meio de nós.

Mas a paz se fez ódio, e luta tomou lugar da alegria, e a religião maldosa e egoísta, numa suprema hipocrisia, construiu-se coerentemente em cima das ruínas do velho altar da Sabedoria das Idades.

Foi exatamente por este motivo, por não ser mais este o ambiente da luz, mas, também, por ter sido a mesma luz - “lá fora” no mundo – como OBRA, PLENAMENTE VITORIOSA, que a verdade da boca da verdade teve que ser lançada aos quatro cantos, nas mãos soberanas dos QUATRO SENHORES de nossa evolução, para que eles mesmos – quatro senhores da quíntupla verdade – elegessem os seus eleitos, iluminassem o seu trono, expandissem o seu nome, realizassem a sua sentença e firmassem, NA TERRA, a sua amantíssima VONTADE!

E foi exatamente num momento como este, de fel, de dor, de sentir em si mesmo a dissolução de tudo o que até então se acreditara com todas as forças da alma, que as estrelas, queridas estrelas, nossas vizinhas deste tão IMENSO UNIVERSO, docemente disseram que haveria um plano B, e que este plano teria de ser a entrega direta aos homens da voz da LEI.

O dileto colégio dos augustos mestres da humanidade, cegos diante da luz, despencava pelo abismo. Mas o esforço do HÉRCULES de todos os tempos, traduzido em gotas de sangue e tinta em centenas folhas de verdade viva, não poderia ser perdido nas catacumbas úmidas e obscuras do esquecimento.

Sim, a Obra foi sempre a única vitoriosa. Nós não, talvez...

Por isso lamento profundamente a dor e o sofrimento por que vocês passam hoje – uma vez mais – e recordo-lhes que o vosso dever será leve e prazeiroso quando deixarem o ciclo do sacrifício morrer atrás de ti. Abram as portas de suas casas e de suas vidas à Taça que Cristalina, se abriu, faz tempo, EM FLOR!

Sim, pois aquela menina que “pagaria por tudo”, hoje está feliz e vive em plena harmonia, coração, alma, mente. E aquele que teria o inferno pela frente, hoje apenas encontrou quem há milhões de anos procurou.

E vejam! Enfim... Entre vocês não existe nada mais e nada menos que os muros, apodrecidos, gastos (mas ainda de pé) de uma instituição que já deveria ter sido encerrada. Isso, nas augustas palavras do PAI-MÃE de todas as eras...

Vocês não são “ordens”, nem pilastras ou fundamentos, nem cimento ou pó e areia, vocês são os três DIVINOS IRMÃOS. E irmãos são assim não por que escolham, talvez, mas por que assim quis A LEI.

Entre vocês não deve mais estar estas paredes brancas e frias, engessadas e estéreis, do altar do sacrifício, mas já agora somente a singeleza CRISTALINA de serem QUEM SÃO. Ou vocês acham que manter a Lei viva na face da Terra é digladiarem-se no alto destas muralhas de estatutos, portarias e burocracia?

Não, basta serem irmãos e a Luz não estará perdida.

Todo o resto é mero acessório, mera fantasia, mera construção humana, que vem e vai. Todo o resto é morte e será um dia consumido pelo mesmo TEMPO que um dia o fez nascer.

O único futuro próximo que se abrirá aos vossos doces olhos é o futuro em que a Lei por si mesma se manifestará como válida, a mesma de há tanto revelada, e que teria de ter sido simplesmente executada em 2005, mas não o foi, e hoje, volta-se contra quem – teimosamente – não A concretizou.

Mas a aurora (mesmo assim) fulge para a Terra, de paz tão sedenta... e sua sede será saciada, pela doce água que brota da

TAÇA EM FLOR!

Salve a chegada
do Avatara
Descendo os montes
Em plena gala

Dos encantos celestes
Onde o Trono se assenta,
As águas que sobem de Agharta e Shamballah,
Do Amor e da Paz que a vida alimenta.

Aurora que fulge pra Terra
De Paz tão sedenta...

Salve Luzeiro!
Taça de Amor!
Excelsa Beleza
Em forma de Flor!

A tua mente já é pura de Luz,
Teu coração transbordante de Amor
Após a Grande Dor
Tuas asas se abrem
Em pleno Esplendor!!!

Revelou-se o Graal
Em Taça de Cristal
O novo aqui soprou
A voz do Eterno ecoou:

Já não mais o sacrifício
Eis que surge a alegria
Abram ala ao novo ciclo
Da Divina Rebeldia

E a história continua
Sendo escrita pela Lei
Em todos nós a Vida Una
Viva o arcano dezesseis

Seja fiel à humanidade!!
Irradiando a voz da verdade!!

Esta é a luz do Brasil
Brotando da Mantiqueira
No templo da natureza
Nasce a certeza
Da união da Humanidade inteira

Já não mais o sacrifício
Eis que surge a alegria
Abram ala ao novo ciclo
Da Divina Rebeldia

A Unidade está na diversidade
Este é o segredo da comunidade
O perfume de todas as flores
Todas as formas, todas as cores

Da Flor de Oito Pétalas para o Brasil!
E do Brasil para o mundo num céu de anil!

Salve Agharta!
Salve Shamballah!
Salve o braseiro
do Avatara!

Ah! meu quintal das Flores
Onde a vista alcança
Sol Eterno de esperança

Terra Santa
Cheia de Graça
Cheia de Roça
Cheia de luz

Terra Unida
Naturalmente
Pela verdade
E pelo Amor

Eis a luz de Cristo
Eis a luz de Buda
Eis a luz de Krishna

Eis a luz
de todos os tempos,
todos os povos,
Num mesmo amor

Eis a chegada
do Avatara
do Universo
e da União

Salve Agharta!
Salve Shamballah
Salve o braseiro
do Avatara!

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Comentários

Nome: Isabela Ferreira de Azevedo

Comentado em: 05/02/2012 3:08

Alexandre, esta mensagem chegou aos olhos deles?

Reposta

Infelizmente, tudo indica que não...

 

Nome: elivelton

Comentado em: 30/11/2013 14:14

gente,nossa estou impressionado com tudo que acabei de ler,incrivel...meu amigo comentou comigo sobre isso e procurei pra saber a respeito...muito interessante tudo isso...

 

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